HQ “Ghilan” no Catarse

Nerd assumida, Mariá Scárdua encontrou nos desenhos o seu lugar. Além de quadrinista é ilustradora e animadora. É formada em Design de Produto pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB), estudou Artes Plásticas na Universidade Federal da Bahia (UFBA) e atualmente faz o curso de Cinema de Animação e Artes Digitais na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ano passado fez intercâmbio em Madrid, na Universidad Complutense de Madrid, no curso de Belas Artes.

Entre suas habilidades está contar até 20 em japonês, cantar o pokérap sem tropeçar e ganhar de qualquer um em qualquer jogo de luta com o bichinho assim mais bonitinho sem nem saber o que está fazendo.

Se diz ser destribada, talvez porque sempre se esquece de por o fone no MP3. Mas não se esqueça dela, seu futuro me parece promissor. Suas tiras publicadas em seu blog “Obviamente Destribada” – que não é atualizado por conta do tempo e da dedicação extrema que ele necessitava – trazem a rotina de uma garota com cara de raposa às vezes tímida e desencaixada do mundo em situações cotidianas e engraçada, muito vivenciada por outras garotas.  Já ganhou menções honrosas no Salão de Humor Universitário de Piracicaba com a história curta “A Moeda” e já publicou em fanzines como Z! e Tudo com Farinha.

Uma garota precoce, Mariá começou a se interessar por quadrinhos aos 3 anos (isso mesmo!) quando seu projeto de vida era ser desenhista dos estúdios Mauricio de Sousa. Desenhava a caneta os personagens, para que não pudesse apagar. Com 5 anos fazia pequenas HQs com suas aventuras da Turma. Dali pra frente fazia pequenas histórias, quase sempre curtas, até começar com as tiras aos 13 anos. Segundo ela, “agora estou me preparando pra uma coisa muito maior”.

Mariá estará no FIQ (Festival Internacional de Quadrinhos) e quer lançar a HQ “Ghilan” uma História em Quadrinhos de fantasia onde a personagem principal é uma garota centauro que se vê pela primeira vez diante da realidade do mundo que a cerca. A história se passa na Tunísia do século X e a aventura começa quando a personagem descobre haver uma caravana humana vinda do oriente passando pelo território de sua tribo. Para Mariá “o ambiente caiu como uma luva: a época da trama é uma em que o desconhecido resiste aos avanços do Homem, e que o Cristianismo e o Islã crescem em poder e tentam esmagar o que antes convivia com o “natural” em seu intento de descobrir uma explicação. É uma época de medo. E Ghilan fala do medo”.

Ficou curioso? Para ter isso em mãos Mariá conta com seu apoio no Catarse. Os preços estão ótimos! Então vamos lá galera apoiar a Raposa Branca! :)

Para conhecer mais a arte da Mariá acesse seu Devianart

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