Gabriela Borges é viciada em quadrinhos. De Mônica a Mafalda, de Marjane Strapi a Joe Sacco, de tirinhas a novelas gráficas.
Jornalista há 15 anos, é também mestre em Antropologia. Sua tese tem como tema de investigação a representação da mulher e os discursos de gênero nas historietas argentinas, com uma análise da Revista Clítoris, publicação de quadrinhos e feminismo.
Foi correspondente internacional do SBT na Argentina, tem trabalhos publicados em veículos como Folha de São Paulo, Revista Tpm e UOL, e hoje é coordenadora de mídias digitais da Trip Editora.