Carolina, uma biografia necessária

“Onde já se viu uma coisa dessas, uns homens grandes tomando brinquedo de criança! Deixe estar que eu vou botar vocês todos no meu livro!”, bradou Carolina Maria de Jesus, em 1958, para marmanjos que estavam ocupando um parquinho recém-inaugurado na favela do Canindé, em São Paulo. As palavras, proferidas como ameaça, se tornariam a…

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