Yuki – Vingança na Neve

Yuki – Vingança na Neve teve sua fase de modismo em 2006 no Brasil, logo que foi lançado. Primeiro, por ser reconhecida como “a história que inspirou Kill Bill” e segundo, de ser considerada pela Folha de São Paulo, “A irmã do Lobo Solitário”. Duas frases que seduziram fãs do diretor Quentin Tarantino e do escritor Kazuo Koike. Yuki chamou a atenção.

Com uma personalidade fria, quase não apresentando um comportamento humano, a protagonista segue os caminhos da vingança dados por sua mãe.

Yuki – Eu sou a filha e a neve do inferno.

A história se baseia na busca da justiça feita com as próprias mãos. Yuki nasce com o objetivo de vingar a morte de seu pai e de seu irmão – desde pequena é treinada para isso. O enredo é uma mescla da procura dos culpados que destruiu sua família, com os trabalhos de assassina de aluguel. Com o passar dos capítulos se conhece mais do que ocorreu no passado da protagonista e de sua mãe, até como virou uma espadachim.

Yuki em ação

A personagem se envolve em inúmeras situações para concretizar seus trabalhos, desde relações sexuais com outras mulheres, até mesmo matar alguém que não mereça. Yuki é uma protagonista que com o tempo faz o leitor gostar dela, até porque os fatos contados sobre o passado e o presente fazem entender como ela é:

Numa manhã de morte, ouço o uivo do mar.

Sou apenas uma mulher seguindo pelos caminhos da vida…

Deixei as lágrimas para trás.

Sou apenas uma mulher seguindo pelos caminhos da vingança…

Deixei o coração há tempos atrás.

Yuki é um mangá de 1972 que rendeu um filme produzido em 1973 e um remake feito em 2001.

Trailer do filme Lady Snowblood de 1973:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=tk57QOCQU_o]

Ficha técnica:
Autor: Kazuo Koike
Ilustrador: Kazuo Kamimura
Publicação do original: 1972-1973 com 4 volumes
Publicação no Brasil: 2006
Volumes: 6

4 comentários em “Yuki – Vingança na Neve

  1. A despeito do quão legal sejam as estratégias de destruição da Lady NeveSangrenta (ou yuki pro intimos, whatever) eu não achei tao interessante assim o mangá. a arte é média e a história num chega em lugar nenhum, ainda que tenha seus bons momentos. No geral, é um pouco melhor que Crying Freeman, do mesmo roteirista, mas o começo do CF pelo menos é extremamente intenso…
    Aliás, poderia eu como gentleman sugerir uma personagem para o blog? A própria namorada do Crying Freeman (cujo nome eu esqueci), que além de linda é super-estilosa com suas tatuagens de tigre e seus dotes artísticos…

    • O enredo de Yuki não é formidável, histórias de vingança há vários por ai, mas para quem tem alguma resistência quanto a mangá é um bom começo para conhecer um estilo, traços.
      O que me agradou foi o ponto que a personagem levou o que sua mãe queria, Yuki foi gerada pela violência e renegou uma vida normal… Achei interessante.
      Quanto a Emu, a mulher do Crying Freeman, vai ser minha próxima personagem a ser comentada… Adoro ela, eu a acho incrível.

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